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	<title>Ilse Ana Piva Paim</title>
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	<description>Artista Plástica</description>
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		<title>Mostra de Arte em Panambi</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[A Mostra Mãos de nossa Arte acontece de 14 a 30 de maio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mostra Mãos de nossa Arte acontece de 14 a 30 de maio.</p>
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		<title>Palestra Vivências em Arte</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Palestra Vivências em Arte &#8211; 18hs &#8211; UPF Campus Carazinho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palestra Vivências em Arte &#8211; 18hs &#8211; UPF Campus Carazinho</p>
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		<title>Maio &#8211; Nova série em D&#8217;Arte Galeria</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 14:00:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o mês de maio confira nova série na D&#8217;Arte Galeria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o mês de maio confira nova série na D&#8217;Arte Galeria</p>
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		<title>Fiema 2012 &#8211; Na arte o mundo se transforma</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 20:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra Na Arte o Mundo se Transforma &#8211; Obra Transformação Salão de Artes &#8211; FIEMA &#8211; Bento Gonçalves &#8211; RS O Futebol nosso esporte maior é um excelente fator ideológico. O futebol desperta emoções, paixões. Como ser indiferente às lágrimas &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/fiema-2012/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mostra Na Arte o Mundo se Transforma &#8211; Obra Transformação<br />
Salão de Artes &#8211; FIEMA &#8211; Bento Gonçalves &#8211; RS</p>
<p><a href="http://www.ilseana.com.br/web/wp-content/uploads/2012/04/DSC00129.jpg" rel="lightbox[146]" title="DSC00129"><img class="alignright size-full wp-image-164" title="DSC00129" src="http://www.ilseana.com.br/web/wp-content/uploads/2012/04/DSC00129.jpg" alt="" width="480" height="635" /></a></p>
<p>O Futebol nosso esporte maior é um excelente fator ideológico.</p>
<p>O futebol desperta emoções, paixões. Como ser indiferente às lágrimas dos homens, mulheres, jovens, idosos e crianças de todos os níveis e classes sociais, emocionados diante da alegria da vitória ou da imensa tristeza e decepção com a derrota da sua nação representada pela guerra futebolística. Paixão, dirão uns, que se explica apenas pelo componente irracional e alienante do futebol; embuste ideológico que mascara a realidade de uma sociedade socialmente desigual, dos interesses econômicos e políticos sempre à espreita de lucrar e manipular os sentimentos populares.(Antonio Ozaí da Silva, Docente da Universidade est. Maringá.)</p>
<p>Represento um grande Brasil, onde o chute que será dado faz a diferença entre o não ver e o querer ver. Consciência, educação e atitude.</p>
<p>Esta obra mostra o escamotear de uma sociedade que vive a euforia do futebol e esquece suas mazelas, sua realidade.</p>
<p>Por amar este país que faço um apelo: De um chute certo, invista no homem&#8230;Eduque o homem&#8230;</p>
<p>Obra em acrílico sobre tela<br />
Dimesões; 160&#215;90<br />
Artista: Ilse Ana Piva Paim<br />
Carazinho</p>
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		<title>Convite para enterro ou obituário?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 23:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um obituário é o informe da morte de um indivíduo em particular. Em caso de pessoas famosas, normalmente traz um resumo de suas realizações em vida com destaque para os episódios que as tornaram notáveis. Pode, ainda, ser um comunicado &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/convite-para-enterro-ou-obituario/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um obituário é o informe da morte de um indivíduo em particular. Em caso de pessoas famosas, normalmente traz um resumo de suas realizações em vida com destaque para os episódios que as tornaram notáveis. Pode, ainda, ser um comunicado publicado em anúncios de jornais.</p>
<p>Neste momento reevindico o obituário de monumentos históricos da cidade de Carazinho que simplesmente foram arrancados e exterminados de um dia para outro&#8230;</p>
<p>“Patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade. Estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural”.</p>
<p>(www.suapesquisa.com/o_que_e/patrimonio_historico.htm)</p>
<p>Há uma preocupação mundial em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.</p>
<p>Quando um imóvel é tombado por algum órgão do patrimônio histórico, ele não pode ser demolido, nem mesmo reformado. Pode apenas passar por processo de restauração, seguindo normas específicas, para preservar as características originais da época em que foi construído.<br />
Então&#8230;<br />
Reclamo das casas que não serão vistas por meus filhos, e netos, das casas que perderam suas histórias, das ruas que perderam sua identidade. Nós humanos temos uma necessidade premente de ver, sentir e ouvir sobre o que somos através de histórias, monumentos, momentos e valores. Ao que parece há um total esquecimento público, do valor que as coisas têm para os munícipes de uma cidade.</p>
<p>Aponto aqui um olhar sobre Carazinho, uma cidade pioneira na agricultura, forte em suas lutas, seus habitantes, linda por sua situação geográfica, seu povo, mas no momento morrendo nas destruições de sua história.</p>
<p>Passar por nossas ruas, ver pessoas, casas, monumentos, é obter informações históricas sobre as mesmas. Hoje ao passar por minha cidade, digo: lá tinha uma casa, lá tinha um clube, lá tinha um prédio&#8230; etc.</p>
<p>Não habito a terra do “latinha”, sou uma habitante ferrenha em buscar e resgatar o que temos de melhor. Tiram-nos um patrimônio de décadas de história, de milhares de vivências, pacificamente olhamos, e nada fazemos.</p>
<p>Nossos governantes apontam, comentam e nada fazem para mudar este quadro.</p>
<p>Faço aqui um apelo, vamos de olhos abertos salvar o que sobrou de nossos prédios, de nossas maravilhosas construções da década de 20, 30&#8230;</p>
<p>Quando passei pela Rua Pedro Vargas, percebi de derrubavam a casa de Walter Graeff, esta que já guardou a maior bilbioteca de Direito da região, que em seus muros se ostentavam leões, um registro zoomórfico de poder.</p>
<p>Seus vitrais de grandes janelas ornadas por colunas jamais serão vistas, pois em detrimento de grandes negócios, mais um espigão será erguido. Dói ver algo assim destruído, pois na Europa, na maioria das novas construções é preciso resgatar a fachada. Aproveitar a história arquitetônica e valorizá-la, perpetuá-la.</p>
<p>Já perdemos o nosso Clube Comercial e temos muito ainda para lutar. Lembrem-se da data do prédio Graeff na avenida, aquele que foi o antigo Hotel Liberal, aquele em que surgiu a história da soberania de nossa cidade: o Barracão Liberal, onde conseguimos nosso salvo conduto com G. Flores da Cunha. Ressalto, ainda, a antiga Casa Rural, o edifíco do navio, assim poderíamos enumerar muitos lugares que permanecem de pé, mas não se sabe por quanto tempo.</p>
<p>Não quero ver obituários por estar de olhos fechados, amo minha terra e é dever de todos lutar por ela. Como é impossível resgatar o que se foi, vamos lutar pelo que aqui ainda está.</p>
<p>Ilse Ana Piva Paim &#8211; Artista Plástica e Mestre em Educação</p>
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		<title>Coleção Elas por Ela &#8211; Em sua terceira edição</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 18:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ilse Ana Piva Paim, já está fazendo as obras da nova série Elas por ela. Este ano com um grande brilho já que o trabalho faz parte do calendário de eventos culturais do município. Somos únicos neste evento de criar &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/colecao-elas-por-ela-em-sua-terceira-edicao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ilse Ana Piva Paim, já está fazendo as obras da nova série Elas por ela. Este ano com um grande brilho já que  o trabalho faz parte do calendário de eventos culturais do município.</strong></p>
<p><strong>Somos únicos neste evento de criar e fazer arte, transformando em filantropia.</strong></p>
<p><strong>Como nos anos anteriores as mulheres cedem sua imagem para uso do calendário que é doado na totalidade para a Liga feminina de combate ao câncer.</strong></p>
<p>Por que fazer um calendário com mulheres carazinhenses?</p>
<p>”Inspiração vinda de todos os campos, de tantas matizes, tudo que fazemos traz legados do que já aprendemos e vivemos com tantos outros seres criativos. Portanto, pensar este arte-calendário traduz este desejo de avançar na forma de traduzir novos significados a boas idéias. Repaginar o dia a dia da mulher carazinhense, que talvez não difira das demais mulheres brasileiras ou das mulheres do mundo todo.</p>
<p>A série “ELAS POR ELA”: estampa mulheres de nossa terra. As imagens traduzem seus sorrisos, histórias, rugas, sonhos, vaidades e verdades. Enfim, valorizar a singularidade de cidadãs e o contexto que as define são a tônica do projeto.” Diz Ilse Ana.</p>
<p><a href="http://www.ilseana.com.br/web/wp-content/uploads/2012/02/DSC09826.jpg" rel="lightbox[151]" title="DSC09826"><img class="size-full wp-image-152 alignleft" title="DSC09826" src="http://www.ilseana.com.br/web/wp-content/uploads/2012/02/DSC09826.jpg" alt="Ilse Ana" width="500" height="480" /></a></p>
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		<title>Resiliência, arte, nova visão</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 21:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A palavra tem sonoridade estranha e significado pouco conhecido, mas pode fazer a diferença . O conceito vem da física: é a propriedade que alguns materiais apresentam de voltar ao normal depois de submetidos à máxima tensão. As fibras de &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/resiliencia-arte-nova-visao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra tem sonoridade estranha e significado pouco conhecido, mas pode fazer a diferença .</p>
<p>O conceito vem da física: é a propriedade que alguns materiais apresentam de voltar ao normal depois de submetidos à máxima tensão. As fibras de um tapete de náilon são o exemplo simplificado dessa ação &#8211; elas recuperam a forma assim que acabam de ser pisadas e amassadas. A psicologia tomou emprestada essa imagem para explicar a capacidade de lidar com problemas, superá-los e até de se deixar transformar por adversidades. Detalhando melhor, o resiliente não se abate facilmente, não culpa os outros pelos seus fracassos .Para completar o leque de requintes, ele age com ética e dispõe de uma energia espantosa para trabalhar. Perfil de herói? Parece. Mas essa qualidade é encontrada em gente de carne e osso. Segundo Haim Grunspun, professor de psicopatologia da PUC-SP, um terço da população do mundo tem traços de resiliência.</p>
<p>Habitualmente, os resilientes demonstram comportamentos de espiritualidade e valores conectados com um propósito de vida. Desta forma, encontram significado em torno das experiências que vivenciam como parte das lições da vida.</p>
<p>Ver e sentir a arte é fazer aportes de sustentabilidade e resiliência.</p>
<p>A pessoa resiliente não vive pelos resultados, e embora sempre tenha uma meta, o objetivo final não é o mais importante. Sabe o que é mais importante? <strong>É fazer o melhor de si</strong>. Em qualquer situação.</p>
<p>Arte é um caminho que permite resiliência, estar aqui é um exemplo disto.</p>
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		<title>Pórticos de Carazinho</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 21:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Constantemente sou abordada para falar sobre o pórtico de nossa cidade. Sempre ponho na frente de minha fala o item mais importante: amor a minha terra, orgulho de ser Carazinhense. Mas nem sempre sou ouvida, pois voltam insinuações grotescas como &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/porticos-de-carazinho/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Constantemente sou abordada para falar sobre o pórtico de nossa cidade.</p>
<p>Sempre ponho na frente de minha fala o item mais importante: amor a minha terra,  orgulho de ser Carazinhense. Mas nem sempre sou ouvida, pois voltam insinuações grotescas como esta: <strong>é um galeto com massa?</strong></p>
<p>Quem não conhece sobre determinado assunto deve se informar,  somos aquilo que constantemente mostramos. Cultura é algo que pode contaminar, que bom seria se  nossa Carazinho estivesse contaminada pelos memes culturais&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;Enquanto isto não acontece, temos que ir catequizando.</p>
<p>Os pórticos surgiram de uma vontade coletiva de mostrar uma cidade de cultura pujante, de um povo que se orgulha por onde pisa. (verba federal)</p>
<p>Foi realizado um concurso  municipal onde 3 profissionais enviaram projetos. A comissão julgadora reuniu-se no dia 18 de setembro de 2003. Esta formada por: João Carlos Schuster (ACIC), Elisabete Roessler de Medeiros(SMEC), Luis Carlos Dal Castel(Conselho Municipal de Cultura),Ilse Ana Piva Paim(Artista Plástica, docente Ulbra), Marcelo Piva (Arquiteto da Prefeitura). Por unanimidade escolheram o projeto do arquiteto Gabriel Grandó.</p>
<p>Apostaram na inovação, no conceito criativo e seguindo as tendências da modernidade. O projeto seguia as inovações e linhas contemporâneas da arquitetura do maior arquiteto da atualidade , Santiago Calatrava.</p>
<p>A pesquisa sobre a obra foi regida pela nossa origem econômica do ciclo da agricultura, em valorização ao primeiro produto oriundo de Carazinho e região, o trigo. Tivemos em nossa cidade no ano de 1955  a primeira festa nacional do trigo, onde exposições, desfile pela avenida, primeira rainha nacional, Srta, Lucy Buchholz .</p>
<p>Carazinho fez notícia e iniciou uma caminhada rumo a agricultura mecanizada, este momento foi a culminância de nossa  história.</p>
<p>O pórtico de nossa cidade mostra as aristas do trigo , abertas em posição diagonal, abraçando as duas vias : a que vem e a que vai.  Também lembra um pássaro de  asas abertas que protege os moradores da cidade.</p>
<p>Hoje temos um elemento dinâmico que abre seus braços no coroamento e proteção de nossas vias&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p>Sabemos que um pórtico é um local de passagem . Não devemos nos reportar à idéia clássica romana de arco abobadado, muitos anos nos aproximam da modernidade.</p>
<p>Temos que mostrar nossa passagem de forma inovadora&#8230;</p>
<p>A contemporaneidade pressupõe arrojo e novos materiais.</p>
<p>Quando o então prefeito Armindo Xavier nos anos 60, encomendou a obra para Vasco Prado do nosso ícone maior o Bombeador, houve uma verdadeira critica dos Carazinhenses, todos queriam uma obra similar ao Laçador (Antonio Carinje), que se  encontra em Porto Alegre. Mas estávamos a mais de 50 anos distantes da obra.</p>
<p>Arte é feita no aqui e agora. As idealizações na criação são oriundas de conceitos, idéias do período existencial do artista.</p>
<p>Hoje passados mais de 50 anos a comunidade aceita e conhece o Bombeador. Espero que não tenhamos que esperar mais tanto tempo para valorizar e aceitar nossas belezas culturais. Uma comunidade , uma cidade se faz com gente. Gente que é gente sabe valorizar seus pares.</p>
<p>È no respeito a quem foi escolhido  para erigir o monumento, também aos escolhidos para a seleção do mesmo que envio mais uma vez esta matéria.</p>
<p><strong>Ilse Ana Piva Paim</strong></p>
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		<title>Trajetória de Sonhos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 21:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar de um sonho, é acreditar no que fazemos! Em minha trajetória de vida, elementos vão se aglomerando, e reunidos designam uma história. Esta é a minha história. A narrativa de uma sonhadora, buscando realizar no dia a dia, um &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/trajetoria-de-sonhos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de um sonho, é acreditar no que fazemos! Em minha trajetória de vida, elementos vão se aglomerando, e reunidos designam uma história.</p>
<p>Esta é a minha história. A narrativa de uma sonhadora, buscando realizar no dia a dia, um cotidiano de cenas, e a concretização de um sonho. Paixão pela vida, referenciar a cor, esta é a tônica de minha existência.</p>
<p>Amo pintar, adoro criar, ver nascer uma imagem, meus anseios é práxis diária.</p>
<p>Comecei minha instrução artística com minha irmã aos 09 anos, onde a observação era minha escola. Aos 13 anos tive permissão para pintar e nunca mais parei.   Optei pelo curso de Licenciatura em Educação Artística, posteriormente Artes Plásticas (UPF). Especializei-me em História da Arte e Práxis (PUC). Hoje estou cursando o Mestrado em Educação, tendo em vista, meu percurso como Professora da Universidade Luterana do Brasil, nos cursos de Design e Pedagogia. Não quero e não posso parar! Tenho muita vontade de mostrar a garra e a força, as quais considero os escudos da trajetória existencial.</p>
<p>Em 1996 um desafio: iniciar uma galeria de arte em Carazinho.  Esta, uma cidade de 60 mil habitantes, com perfil interiorano, cuja economia é voltada para a agricultura e comércio, de colonização predominantemente alemã e italiana. A Galeria de arte parecia nascer em um ambiente impróprio, pois a grande maioria dos Carazinhenses desconhecia o que é um espaço de arte. Porém esta é minha terra, minha cidade, sou apaixonada por ela, e minha determinação faria com que mostrasse à população a importância de um espaço como este, identificando que arte é produto de árdua jornada criativa.</p>
<p>Dia 7 de setembro de 1996; comunidade reunida, imprensa, autoridades, familiares, inaugurei <em>D’arte Galeria</em>. Este, um espaço criado para mostrar e comercializar minha produção artística. Inicialmente convidei mais artistas e artesãos  locais para fazerem parte do corpo da galeria.  Finalmente expunha minhas obras, pois há tempo buscava um local para poder mostrar minha produção e dialogar sobre ela. Até então, as exposições que fazia eram em clubes, bancos, o que impossibilitava um contato informal do artista com seu público.</p>
<p>De imediato uma constatação: havia um bookmaker (aposta). A comunidade e amigos próximos dividiam-se nas opiniões sobre o tempo de sobrevivência da galeria. Diziam que não duraria  três meses. Dentro de mim uma certeza: <em>vocês não me conhecem!</em> Vivíamos um momento em que vários novos pontos comerciais eram abertos e não se mantinham. Duravam dois ou três meses. Quando se passava  por tais locais dizia-se: <em>lá tinha</em>, “latinha”&#8230; Era como se designava nossa cidade, a terra do “latinha”! Não suportava esta alcunha e resolvi apostar em um diferencial. Lá tem! Lá é!  E o que é?</p>
<p>Desde a inauguração da galeria propus um espaço para dialogar sobre meu trabalho, sobre arte em geral, expondo e levando ao público opções diferentes de entender e ver a arte. Obviamente  senti dificuldade em fazer este convencimento.  A comercialização era insipiente As pessoas não  tinham hábito de entrar na galeria. Vi que tinha que apostar no diferencial. Criei na época uma exposição de mini-obras, e em uma semana inaugurei a primeira mostra de miniaturas. Todos os artistas que expunham na <em>D’arte</em> foram convocados a fazer suas obras em pequeno porte. Fiz setenta quadros, trinta aquarelas de dois cm por dois cm, as menores do estado. Também quarenta mini-telas em acrílica, de 10 cm, por 15 cm. Percebi que estas minúsculas obras chamavam a atenção do público e faziam os mesmos se aproximarem; movidos pela curiosidade, e também porque o preço das miniaturas ficava acessível a população que não poderia comprar uma “grande obra”!</p>
<p>Na dificuldade, vi nascer uma possibilidade, senti que o mercado exigia um condicionante, preço! Comecei a realizar eventos, lançamentos de livros (momentos com sessão de autógrafos, coquetéis, noites temáticas) quando convidava as pessoas do relacionamento dos autores, intelectuais, autoridades e a imprensa local. Estes eventos passaram a popularizar o espaço D’arte, que começa a ser freqüentado por um número grande de pessoas da comunidade.</p>
<p>Para agregar valor interativo e cultural ao espaço D’arte,  comecei a fazer palestras nas  escolas, mostrando o acervo, iniciando projetos, usando minha obra para motivar a consciência sobre problemas do cotidiano. Já com esta linha de intervenção, em 2002 &#8211; andando pelas ruas deparei-me com catadores de papel. Do contato com estes seres sociais, surgiu a série <em>“Catadores de Sonhos”.</em> A descoberta de andarilhos sobreviventes dos dejetos de uma sociedade que os exclui, fez-me parar e criar! Senti-me melhor, mais integra, depois da criação destas imagens.  As 10 obras desta série transformaram o meu trabalho. Senti que meu compromisso com a estética é realmente promover sensibilidade! O alcance social deste trabalho foi tamanho que, ao longo daquele ano recebi mais de 20 escolas da comunidade (em torno de 100 turmas de estudantes, crianças, adolescentes e adultos), e mesmo de cidades vizinhas, que traziam seus alunos para conhecerem as imagens da série, ouvirem meu depoimento sobre o significado deste trabalho, e posterior a esta visitação, em muitas escolas   iniciaram-se programas de reciclagem do lixo.</p>
<p>Quando comecei pesquisar<strong> </strong>“Fruto da Terra”, com produtos da agricultura local, mostrei este potencial: soja, trigo e milho. Senti-me adentrar na realidade econômica de nossa região (2004).  Com esta obra, trouxe 04 prêmios da FEAPEC  (Feira Agropecuária de Cachoeira do Sul/RS). Participei de 04 salões onde fui premiada com 03 primeiros lugares e um segundo lugar. Orgulho-me de ter trazido esses prêmios para minha cidade.</p>
<p>Neste mesmo ano, visitando Porto Seguro, deparei-me com a carta de Pero Vaz de Caminha, que registrou em 1500  a chegada das naus portuguesas em solo brasileiro. Lendo a mesma, busquei o tema <em>“Sou Brasil,”</em> como temática de outra série onde a fauna é pesquisada e enaltecida. Na seqüência do trabalho, aproximei-me ao cursar uma disciplina do mestrado do tema da Terceira Idade, e adentrei em clinicas geriátricas e asilos. Surgiu assim, a série <em>“Traços de Dignidade”</em>. Fiz um registro da importância do tempo de nossas vidas e estampei em 08 telas, minha visão de futuro e a efemeridade de nossa passagem.</p>
<p>Meu sonho de D’arte, hoje já tem treze anos. É onde mostro um pouco do meu trabalho: pintando, palestrando, expondo e ampliando conceitos de arte e criação. Não foi nada fácil, mas os três meses apostados para a ruína,  transformaram-se em orgulho de meus concidadãos .  Recebi em 2005 a comenda <strong> </strong><em>“O Bombeador”</em> ,do  poder executivo municipal, também o troféu “<em>João de Barro”</em> , instituído pela Associação Comercial e Industrial, Sindicato Rural, Sindicato do Comércio, que é a maior outorga oferecida no município, e que para mim teve um sabor especial, haja visto eu ter sido a primeira mulher em Carazinho a receber o mesmo. Continuei neste percurso participando de várias concursos municipais, estaduais , internacionais, nos quais representei meu chão.</p>
<p>Produção, vontade, criatividade, sempre foram meu lema. Cada novo dia, novas idéias surgiam.</p>
<p>Desafio maior foi conseguir fazer com que a comercialização da obra mantivesse o espaço funcionando. Tive que abrir novas frentes, expondo em novos pontos: Passo Fundo, Cachoeira do Sul, Canoas, Porto Alegre, Santa Maria, Caxias, e vários locais do estado e do país. Na seqüência, parti para o exterior, onde preparei um projeto com o patrocínio da comunidade européia, e ao obter a aprovação, realizei em Portugal uma longa jornada de trabalho. Assim, em 2005, fui convidada a dar curso em Portugal no projeto “Horizontes”, em Albufeira – Província de Algarve. Ministrei 67 horas-aula para o projeto, trabalhando com adolescentes e meninas em conflito com a lei, de forma a trabalhar a arte como possibilidade e sensibilização para a criação. Além do mais, ainda em Portugal, realizei exposição em Albufeira.</p>
<p>Em 2006, fui novamente convidada a participar em Portugal para  abrir o projeto Humanus Cam,  no Hospital Julio de Mattos de Lisboa. Realizei curso para o projeto e exposição na Universidade Autônoma de Lisboa. Criei a série “Pacotes” para o evento, numa alusão às mães solteiras. Busquei mostrar minha visão, da triste trajetória de mães solteiras em sua caminhada com seu grande fardo: o cuidado da vida de seus filhos, sozinhas e desamparadas.</p>
<p>.               Também em 2006 fui convidada a trabalhar no projeto de resgate da Araucária Angustifolia, explorei: “<em>Pinhão, pinheiro, pinha surge o Charão”.</em> Este tema é fruto de pesquisa sobre meio ambiente e analisa a importância da preservação das espécies. Nesta série, minha preocupação lembra a visão de Fritjof Capra, “ecologia profunda”. Decorre daí uma série de trabalhos onde procuro integrar a preocupação com o meio ambiente, explicitando em cor e formas, temáticas ecológicas. Neste enfoque em ticas ecolrma t e ute e um ragate arar a preocupato com a lei, de forma a trabalhar a arte como possibilidade e sensibiliza;nha2008 surgem  <strong>”</strong><em>Colheitas”.</em> Pesquisei e participei de colheitas no campo, sentindo a vida, a garra do agricultor, seus anseios relacionados com o clima, comercialização e sobrevivência.</p>
<p>O contato com o público, a necessidade de manter meu espaço de comercialização, fez com que eu me superasse, buscasse conhecimentos do mercado, fosse ao encontro do cliente, reverenciando o mesmo, pois são nestas parcerias que preservo meus sonhos. Criei um sistema de pós venda, onde o cliente recebe cartas da empresa, assinada pela artista, flores personalizadas, e também embalagem dos produtos pintadas  a mão, tudo isto para fortalecer o meu diferencial de trabalho. Hoje sei que pintar não é só manusear tintas e pincéis, é antes de tudo,  resgatar valores e identidade. Em D’ arte não se expõe só obras de arte, mas se constrói arte, conceitos e  possibilidades !</p>
<p><strong>Ilse Ana Piva Paim</strong></p>
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		<title>Release Via Sacra &#8211; Globo.com</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 00:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Igreja usa telas de Jesus com jeans em Via-Sacra no RS Imagens representam Cristo em meio aos atuais problemas do país. Peças foram encomendadas pelos fiéis da paróquia. Telas que representam Jesus na atualidade vão fazer parte da Via-Sacra, em &#8230; <a href="http://www.ilseana.com.br/web/release-via-sacra-globo-com/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Igreja usa telas de Jesus com jeans em Via-Sacra no RS</h4>
<h5>Imagens representam Cristo em meio aos atuais problemas do país.<br />
Peças foram encomendadas pelos fiéis da paróquia.</h5>
<p><span style="text-decoration: underline;"></p>
<div id="attachment_80" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://10.1.1.2/ilseana/web/wp-content/uploads/2010/09/Untitled-18.jpg" rel="lightbox[79]" title="Via Sacra"><img class="size-full wp-image-80" title="Via Sacra" src="http://10.1.1.2/ilseana/web/wp-content/uploads/2010/09/Untitled-18.jpg" alt="Via Sacra" width="270" height="169" /></a></span><p class="wp-caption-text">Tela criada por Ilse Ana Piva Paim para a Igreja Nossa Senhora da Glória (Foto: Ilse Ana Piva Paim)</p></div>
<p></span></p>
<p>Telas que representam Jesus na atualidade vão fazer parte da Via-Sacra, em Carazinho (RS), na quarta-feira (31). As peças trazem imagens de Jesus vestido com calça jeans, cenas de violência, pessoas com fome pelas ruas e o surto da nova gripe no país.</p>
<p>Desemprego, maus-tratos aos idosos e racismo também foram representados nas obras.</p>
<p>Os painéis foram criados pela artista plástica Ilse Ana Piva Paim, moradora da cidade, por encomenda da Igreja Nossa Senhora da Glória. O primeiro painel foi encomendado pelos fiéis da igreja, em janeiro do ano passado, para comemorar o cinquentenário da paróquia.</p>
<p>Segundo Ilse, no primeiro momento a comunidade se assustou com as imagens, mas agora todos aceitam e admiram as obras. “Todas as peças colocam Jesus na nossa realidade. Se ele estivesse vivo, hoje, ele estaria vivendo exatamente o que está representado nas telas”, afirmou.</p>
<div id="attachment_81" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://10.1.1.2/ilseana/web/wp-content/uploads/2010/09/Untitled-19.jpg" rel="lightbox[79]" title="Via Sacra"><img class="size-full wp-image-81" title="Via Sacra" src="http://10.1.1.2/ilseana/web/wp-content/uploads/2010/09/Untitled-19.jpg" alt="Via Sacra" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">As obras farão parte da Via-Sacra da cidade neste ano (Foto: Ilse Ana Piva Paim)</p></div>
<p>“Todos os painéis foram pagos pelos próprios fiéis. Eles se reuniram e arrecadaram dinheiro para que as obras fossem produzidas. Algumas empresas da cidade também ajudaram no pagamento”, disse.</p>
<p>Para Alda Maria Schipper, presidente da Fundação Cultural de Carazinho, as telas são uma forma de prestigiar uma artista local e levar a religião de uma forma moderna para os moradores da cidade.</p>
<p>“Nada foi baseado em estampas já feitas por outros artistas do passado. Esse é</p>
<p>um trabalho novo e criativo, que favorece as características da nossa região. As alegrias e tristezas das pessoas estão representadas nas obras. É a nossa comunidade representando Cristo no homem da nossa cidade.”</p>
<p>A expectativa é que até o fim do ano outras telas sejam criadas para a paróquia. Após a Via-Sacra, elas vão ficar em exposição na Igreja Nossa Senhora da Glória.</p>
<p><strong>Do G1, em São Paulo</strong></p>
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